MULHERES ADMIRÁVEIS: HILDUR GUÕNADÓTTIR

10/01/2020

Oi, gente! 

Para quem está acompanhando, todas as sextas-feiras, Lidiane Bach Leandro, do Rascunhando Silêncios, e eu publicaremos sobre a vida de 
MULHERES ADMIRÁVEIS.

Aproveitem para conhecê-las! 
😍

Nossa MULHER ADMIRÁVEL desta sexta-feira é a HILDUR GUÕNADÓTTIR.






Hildur Guðnadóttir é uma violoncelista, compositora e produtora islandesa conhecida por seus álbuns solo experimentais e cinematográficos. No último domingo, ela tornou-se a primeira mulher a vencer sozinha na categoria de trilha sonora original, por seu trabalho no filme Coringa (leia a resenha do filme aqui e ouça o podcast sobre o filme aqui).

Ela nasceu no dia 4 de setembro 1982, em Reykjavík , na Islandia. Guðnadóttir começou a tocar violoncelo ainda jovem, frequentando a Academia de Música de Reykjavík, estudando composição e novas mídias na Academia de Artes da Islândia e, finalmente, se mudando para Berlim para estudar na Universitat der Kunste.





Além de tocar violoncelo e halldorofone, Hildur também canta e organiza corais, uma vez organizando um coro para apresentações de Throbbing Gristle na Áustria e Londres. A musicista é um nome importante do cenário musical do seu país, onde atua com vários projetos musicais, além de ser participação frequente nos álbuns de músicos islandeses. Ela possui dois álbuns solo gravados, mas ganhou reconhecimento internacional através de seus trabalhos no cinema e na televisão.





Em 2011, Hildur fez sua primeira participação na música cinematográfica, compondo a trilha sonora do filme de terror The Bleeding House. Ao longo dos próximos anos, ela aumentou seu foco em projetos cinematográficos, compondo trilhas sonoras para o drama alemão-turco Jîn, em 2013, e o thriller islandês de 2016, O Juramento. Além desses trabalhos, gravou trechos de violoncelo para os filmes Sicario (2015) e A Chegada (2016), do diretor Denis Villeneuve (leia a crítica de A Chegada aqui) , ambos em colaboração com Jóhann Jóhannsson. Ela também trabalhou com Jóhann Jóhannsson ajudando a compor a trilha sonora do drama bíblico Maria Madalena (2018). Neste mesmo ano, Hildur realizou a trilha para Sicario: Dia de Soldado e o documentário da Netflix Strong Island.

Seu trabalho no cinema continuou em 2019 com as trilhas sonoras do filme Coringa (Joker) e da minissérie da HBO, Chernobyl. Por esta última, ganhou diversos prêmios - dentre eles, o Emmy Awards - e foi indicada ao Grammy. 






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Ana Karina (ou só Karina) é a criadora e autora do blog Da Literatura. É gaúcha de Porto Alegre, geminiana tagarela e mãe da Capitu e do Bilbo. Atua como professora de Literatura e Língua Portuguesa da rede municipal e ama a sua profissão. Viciada em livros, cinema, arte e cultura geek. Adora viajar, conversar e fazer piadas sem graça.

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